segunda-feira, 29 de junho de 2009

E depois do café?

As coisas correm bem quando pensas que tudo está bem. Contudo quando se começa a verificar o monitor do telemóvel de 5 em 5 minutos e não se obtém resposta, então algo não corre como o esperado. Queria fazer disto uma comédia porque até sou uma pessoa muito alegre, mas os últimos acontecimentos não me deixam fazê-lo, pelo menos, não da maneira mais apropriada.
O que acontece é que quando as pessoas começam por contar a história amorosa da sua vida, elas saltam sempre a parte mais constrangedora, a parte da espera, a parte do “não sei se isto vai a algum lado”, porque depois do “fomos beber um café, e pronto”, (ou prontos se a escolaridade for menor), nunca se ouve a árdua caminhada que se percorreu até ser uma relação. A verdade no meio disto tudo é que, a “ida ao café”, é apenas o início e não o fim da conquista. Mas se querem saber a história de como eu conheci a pessoa mais (in)significante deste mundo, então, estão no sítio certo, mas à hora errada pois essa narração vai ficar para outro dia.

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