domingo, 19 de setembro de 2010

Despreocupação

Quer-me parecer que existem problemas para os quais a resolução está no relaxamento, isto é, se a preocupação excessiva for destronada pela despreocupação ponderada coisas maravilhosas podem acontecer.
Existem situações relativamente às quais a solução é deixar o vento guiar o barco à vela, pois apenas assim se pode encontrar a ilha paradisíaca que não vem descrita no mapa. Também é verdade que no amor nem sempre este paradigma pode ser seguido escrupulosamente, pois numa relação estabelecida o esforço é essencial para atingir o bem-estar comum. Todavia em condições menos estáveis o famoso "deixar andar" pode produzir frutos saborosos que não estaríamos à espera que aquela árvore criasse.

Sejam felizes e não deixem que as vossas mentes dominem por completo o vosso coração.

domingo, 25 de julho de 2010

Asneira

Já fiz asneira! Porque é que a impulsividade só surge nas piores situações?
Quando tudo parece estar mal é quando temos as piores atitudes e deitamos por terra a construção de meses.
E depois, como engolimos o orgulho e dizemos que foi uma muito má ideia...
Deixar de falar com alguém que nos é querida, que nunca nos tratou mal, que sempre nos apoiou, e cujo o único defeito é ser sincera e querer evitar males maiores?
Porque complicamos o que é simples?

sábado, 26 de junho de 2010

Dream

Quase nunca temos a certeza que as escolhas que fazemos são as melhores, mas sem decisões, sem escolha, o mundo não seria mais que uma máquina montada que funcionava por retroalimentação e sem necessidade de combustível. A verdade é que a vida precisa desse combustível que na sua forma bruta constituem os sonhos. Por isso digo, e hoje mais do que nunca, sonhem e deixem que esses sonhos guiem a vossa existência. Não quero com isto dizer que eles farão desaparecer obstáculos ou farão sublimar o esforço, pelo contrário, mas é da sinergia dos sonhos e das decisões que alcançamos os nossos objectivos irrealistas por vezes.
Nunca deixem de acreditar... Nem sempre é fácil, eu sei. Mas neste mundo onde se interceptam as quatro dimensões só assim podemos conseguir viver felizes, porque a felicidade também está no desafio, no percurso até à fronteira. Por isso quebrem muralhas, não fiquem parados deixem de pensar-se como "coitadinhos", pois a fatalidade tem de deixar de ser a marca deste povo cheio de potencial.
Mãos à obra.

sexta-feira, 12 de março de 2010

:(

Adoro-te mas não te posso dizer.
Adoro-te mas não te posso mostrar.
Adoro-te ao ponto de ter o coração apertado sempre que penso em ti.
E dizer "sempre que penso em ti " é o mesmo que dizer que me dói o peito todos os dias e todas as horas, porque não me sais da cabeça, não me sais do coração.
Fizeste-me sofrer mas sem intenção, fizeste-me chorar para nosso bem.
E apesar de continuar com medo que tudo aconteça outra vez, GOSTO DE TI.
Perdoa a minha cobardia anjo.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

submissão Vs Intolerância

Tenho dado conta que existe um limite ténue entre estes dois adjectivos.
Com efeito, até que ponto podemos ser tolerantes para não nos transformar-mos em alguém obediente?
Pois bem, não sei a resposta a esta pergunta. Dizer que sim a tudo não é boa política, mas dizer que não no momento inadequado pode fazer de nós aquele que não suporta um obstáculo.
Tenho de aprender a dizer que não.. De qualquer modo nunca fui uma pessoa submissa, não é agora que o vou ser. Prefiro ser intolerante, mas com conta, peso e medida, claro!