Existe uma altura na vida em que parece que tudo vai mudar e os medos que tínhamos são como animais que padecem e dão lugar a novas ânsias. Mas com cada ânsia vêm novos sonhos e são estes que nos fazem querer que nada seja igual ao que foi até agora.
A substituição de medos é intrínseca à própria existência, pois a constante mudança que nos cerca é integrada pela nossa mente e transparece no nosso corpo. E o nosso corpo transparece para o mundo alguém diferente daquele que o medo precedente incluía.
Devemos abraçar os nossos medos e tentar que não se mantenham os mesmos. Se tem um novo medo e deixou o anterior esquecido, indica que está a evoluir enquanto ser humano. Por tudo isto, não deve existir apenas um momento de mudança na vida, mas uma vida de mudança.
Há 6 anos